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Arquivo para julho, 2012

Os jornalistas britânicos explorando as comidas típicas brasileiras


A emissora de TV britânica BBC, foi explorar de perto as comidas mais tradicionais do Brasil; descobrindo os pratos e como funciona a organização de serviço de alimentos e a cobrança do que foi pedido.

Veja logo a baixo a descrição da BBC sobre o assunto (em inglês), (em português):


This BBC News series focuses on aspects of life in countries and cities around the world. What may seem ordinary and familiar to the people who live there can be surprising to those who do not.

For many people living in one of the world’s richest cities eating out has become a regular feature of life – but, as in other parts of the world, choosing just what to eat can be a problem.

In recent years, a new kind of eating experience has thrived in the Brazilian city of Sao Paulo – the self-service or “kilo” restaurant.

Customers pick as much as they want from a wide range of dishes then weigh their plates to find out much they have to pay.

The kilo concept has proved so popular that gourmet restaurants are beginning to adopt the idea.

A hungry Paulo Cabral joined the crowds to find out more.


Esta série da BBC News focaliza aspectos da vida em países e cidades em todo o mundo. O que pode parecer normal e familiar para as pessoas que lá vivem pode ser surpreendente para aqueles que não o fazem.

Para muitas pessoas que vivem em uma das cidades mais ricas do mundo comer fora tornou-se uma característica regular da vida – mas, como em outras partes do mundo, escolhendo apenas o que comer pode ser um problema.

Nos últimos anos, um novo tipo de experiência de comer tem prosperado na cidade brasileira de São Paulo – o auto-atendimento ou “kilo” restaurante.

Os clientes que pegar tanto quanto eles querem a partir de uma grande variedade de pratos, em seguida, pesar os pratos para descobrir quanto eles tem que pagar.

O conceito quilo provou tão popular que os restaurantes gourmet estão começando a adotar a idéia.

A fome Paulo Cabral se juntou à multidão para saber mais.

Fonte: BBC

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Você conhece a Língua brasileira de sinais?


A língua brasileira de sinais (LIBRAS) é a língua de sinais (língua gestual) usada Pictograms-nps-accessibility-sign language interpretation-2.svgpela maioria dos surdos dos centros urbanos brasileiros e reconhecida pela Lei. É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone quanto da língua gestual francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A LIBRAS não é a simples gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte, como o comprova o fato de que em Portugal usa-se uma língua de sinais diferente, a língua gestual portuguesa (LGP).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, para se comunicar em Libras, não basta apenas conhecer sinais. É necessário conhecer a sua gramática para combinar as frases, estabelecendo comunicação. Os sinais surgem da combinação de configurações de mão, movimentos e de pontos de articulação — locais no espaço ou no corpo onde os sinais são feitos, os quais, juntos compõem as unidades básicas dessa língua. Assim, a Libras se apresenta como um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Como em qualquer língua, também na libras existem diferenças regionais. Portanto, deve-se ter atenção às suas variações em cada unidade federativa do Brasil.

Convenções para a transcrição

A Libras, como as outras línguas de sinais, não tem um sistema de escrita largamente adotado, embora existam algumas propostas, como a SignWriting, que estão sendo usadas em algumas escolas e publicações. Na falta de uma escrita própria, a Libras tem sido transcrita usando palavras em português que correspondam ao significado dos sinais. Para designar que a palavra em português indica um sinal, é grafada convencionalmente em letras maiúsculas. Por exemplo: LUA, BOLO.

Os verbos são usados no infinitivo. Exemplo: LOJA, EU IR…

Legalidade da LIBRAS

Estão garantidas no Brasil, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil. De acordo com as normas legais em vigor no País, as instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva.

O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão do ensino da Língua Brasileira de Sinais nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior.

O governo do estado brasileiro de São Paulo produziu um dicionário voltado para os surdos, elaborado com o intuito de diminuir ao máximo a exclusão digital. Produzido em CD-ROM, o dicionário tem 43 606 verbetes, 3 000 vídeos, 4 500 sinônimos e cerca de 3 500 imagens.

Como funciona a linguagem Braille


Braille ou braile é um sistema de leitura com o tato para cegos inventado pelo francês Louis Braille no ano de 1827 em Paris.Sistema Braile

O sistema de Braille aproveita-se da sensibilidade epicrítica do ser humano, a capacidade de distinguir na polpa digital pequenas diferenças de posicionamento entre dois pontos diferentes. Um cego experiente pode ler duzentas palavras por minuto.

Alfabeto Braille de seis pontos

Letras e Números

A, 1 B, 2 C, 3 D, 4 E, 5 F, 6 G,7 H, 8 I, 9 J, 0 K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

Outros símbolos

Maiúsculas Prefixo numérico Ponto Vírgula Interrogação Ponto e vírgula Exclamação Aspas de início Aspas finais Parenteses Hífen

De acordo com a Grafia Braille Para a Língua Brasileira (aprovada pela portaria nº 2.678 de 24 de setembro de 2002) e publicada pelo Ministério da Educação e Secretaria de Educação Especial (2ª edição, 2006), fazem-se necessárias as seguintes atualizações:

- O sinal de maiúsculas em português é composto pelos pontos (46). Se utilizado duas vezes seguidas, significa que a palavra toda é maiúscula, i.e., em "caixa alta". Para uma frase com mais de três palavras em "caixa alta", devemos iniciá-la com dois pontos (25) seguidos, sem espaço, de dois sinais de maiúsculas e a última palavra da frase em questão deverá ser antecedida de dois sinais de maiúsculas novamente. - O ponto é somente o ponto (3), que, também, é o apóstrofe. - Aspas, tanto iniciais como finais.

Historia

Louis Braille nasceu em Coupvray (em França) em 1809. Ele Perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, ele fez algumas adaptações no sistema de pontos em alto relevo.

Em 1829, publicou o seu método. O Braille é um alfabeto convencional cujos caracteres se indicam por pontos em alto relevo. O deficiente visual distingue por meio do tato. A partir dos seis pontos relevantes, é possível fazer 63 combinações que podem representar letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais matemáticos e notas musicais.

Louis Braille morreu de tuberculose, em 1852, ano em que seu método foi oficialmente adotado na Europa e América.

Os parênteses foram subdivididos em cinco grupos:

Braille Ê.svg        Braille Apostrophe.svg      Braille CapitalSign.svg      

  • para textos, pontos (126 e 3) abrindo e (6 e 345) fechando.

Braille Ê.svg    

  • Para contexto numérico, pontos (126) abrindo e (345) fechando.

Fonte: Wikipedia

Opinião sobre o Texto–Vizinho e internautas


Ficheiro:Internet users per 100 inhabitants 1997-2007 ITU.png 

O texto fala que, nós seres humanos do século 21 temos dificuldade em relacionamentos “ de frente a frente”, não temos assuntos, opiniões a serem discutidas e isso acaba dando mal. Com a chegada da facilidade de rede de internet a maioria das pessoas, elas dão mais atenção ao computador do que com a pessoa do seu lado. A internet é uma rede democrática , ouve e responde diversos temas, podendo ter o bate-papo com diversos indivíduos do mundo. Mas o problema é que não conhecemos quem esta do outro lado da tela do monitor, podendo ser qualquer um, desde um ladrão ou uma criança inocente, por isso é bom ter cuidado. Por isso dê atenção ao seu amigo, pessoas que realmente conheça e quer ouvir o seu apelo ou seu sentimento.

Opinião: kaique da silva

Vizinhos e internautas


Estudiosos do comportamento humano na vida moderna constatam que um dos males de nossa época é a incomunicabilidade das pessoas. Já foi tempo em que, mesmo nas grandes cidades, nos bairros residenciais, ao cair da tarde era costume os vizinhos se darem boa-noite, levarem as cadeiras de vime para as calçadas e ficar falando da vida, da própria e da dos outros.

A densidade demográfica, os apartamentos, a violência urbana, o rádio e mais tarde a TV ilharam cada indivíduo no casulo doméstico. Moro há 18 anos num prédio da Lagoa; tirante os raros e inevitáveis cumprimentos de praxe no elevador ou na garagem, não falo com eles nem eles comigo. Não sou exceção. Nesse lamentável departamento, sou regra.

Daí que não entendo a pressão que volta e meia me fazem para navegar na internet. Um dos argumentos que me dão é que posso falar com pessoas na Indonésia, saber como vão as colheitas de arroz na China e como estão os melões na Espanha.

Uma de minhas filhas vangloria-se de ser internauta. Tem amigos na Pensilvânia e arranjou um admirador em Dublin, terra do Joyce, do Bernard Shaw e do Oscar Wilde. Para convencê-la de seus méritos, ele mandou uma foto em cor que foi impressa em alta resolução. É um jovem simpático, de bigode, cara honesta. Pode ser que tenha mandado a foto de um outro.

Lembro a correspondência sentimental das velhas revistas de antanho. Havia sempre a promessa: “Troco fotos na primeira carta”. Nunca ouvi dizer que uma dessas trocas tenha tido resultado aproveitável. Para vencer a incomunicabilidade, acredito que o internauta deva primeiro aprender a se comunicar com o vizinho de porta, de prédio, de rua. Passamos uns pelos outros com o desdém de nosso silêncio, de nossa cara amarrada. Os suicidas se realizam porque, na hora do desespero, falta o vizinho que lhe deseje sinceramente uma boa noite.

Tempo


Imagem

Tempo a coisa mais valiosa do homem.

Correr, andar sem se cansar; o dia a dia do ser humano é assim, vira pra cá, vira pra lá…

Faça sua corrida, mas que ela não seja em vão.