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A pobreza

Essa é a face da desigualdade social.

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A ONU oficializou o dia das crianças em 20 de novembro, mas será que é essa a data adota pelos países ao redor do mundo?

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No dia 12 de outubro é comemorado o Dia das Crianças (Foto: Divulgação)

A data escolhida para celebrar o Dia das Crianças, segundo a ONU, foi dia 20 de novembro, pois, foi nesta mesma data que foi proclamada a assinatura da Declaração Universal dos Direitos da Criança. A declaração reconhece que todas as crianças independentes de cor, raça ou sexo possui o direito a amor, cuidados médicos, alimentação, educação e proteção contra qualquer tipo de exploração. No entanto, como sabemos, no Brasil é comemorado no dia 12 de Outubro, mas em outros países é comemorado nesta mesma data? Confira!

A data comemorativa no Brasil nasceu em 1920, segundo uma ideia do deputado federal Galdino do Valle Filho, onde o dia 12 de Outubro foi indicado para comemorar o Dia das Crianças. No entanto, apenas na década de 60, após uma promoção realizada entre a fábrica de brinquedos Estrela com a Johnson & Johnson esse dia passou a comemorar a data 12 de outubro como Dia da Criança, não só em sua homenagem, mas para instigar a venda de produtos infantis.

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Dia das Crianças no Japão

Mas a comemoração não é realizada em todos os países numa mesma data. No Japão, o Dia das Crianças é comemorado em dois dias. É dividido um dia para as meninas a qual é comemorada no dia 03 de março, através de uma tradicional festa de bonecas, conhecida como “Hina Matsuri”. E outro para os meninos, onde é comemorado no dia 05 de março, chamado Tango no Sekku, onde as famílias expõem seus capacetes de guerra como incentivo para as crianças crescerem fortes e saudáveis.

Dia das Crianças na Turquia

O Dia das Crianças na Turquia é comemorado no dia 23 de abril, onde as crianças também passeiam com os parentes e recebem presentes. Na Índia, a data é comemorada no dia 12 de novembro, onde também presta uma homenagem ao aniversário do primeiro ministro do país, Jawahrial Nehru. Já na Nova Zelândia o dia das crianças não possui uma data definida, a comemoração é realizada normalmente no último domingo de outubro, onde a cada ano as crianças escolhem um animal para homenagear.

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O Dia das Crianças é celebrado em datas diferentes no Brasil (Foto: Divulgação)

– Alemanha – 20 de setembro

– Argentina – segundo domingo de agosto

Canadá – 20 de novembro

Colômbia – último sábado de abril

Equador – 1 de junho

– Estados Unidos da América – 3 de junho

– Hong Kong – 4 de abril

– México – 30 de abril

– Paquistão – 20 de novembro

– Paraguai – 16 de agosto

– Portugal – 1 de junho

– Romênia – 1 de junho

– Rússia – 1 de junho

– Turquia – 23 de abril

Uruguai – segundo domingo de agosto

– Venezuela – terceiro domingo de agosto.

Fonte: Mundo das Tribos

Alex Monteiro

Terça-feira, seis e meia da tarde. Depois de quinze minutos de espera na recepção, de ter tomado água e café, lá está você, diante do selecionador de RH da empresa, do diretor americano ou do headhunter. Ele se aproxima, sorridente, mão estendida e diz “Hi, my name’s Harry Jones. Come on in”. Nesse momento não há saída: o idioma tem que estar na ponta da língua, e a sua chance de conquistar a vaga pode depender de sua habilidade em falar bem o inglês.
Muitos profissionais perguntam como comportar-se e o que dizer numa entrevista em inglês – e qual a probabilidade de serem bem-sucedidos. Se você sente-se como uma vítima do idioma de Tio Sam, aqui vão algumas dicas para não errar na hora de mostrar sua segurança e seu domínio nesse momento crítico.
O que você diz pode ser mais importante do que como dizê-lo. Porém, saber dizê-lo de forma eficiente o torna mais cobiçado pelo mercado: muitos profissionais perdem o fio da meada do que vão dizer porque não dominam bem a língua, não têm vocabulário mais rico ou não conseguem deixá-lo na ponta da língua para uso imediato.
Mostre que seu inglês é bom o bastante para suprir as necessidades do cargo pretendido: se você vai participar de negociações, espera-se que você seja fluente. Se seu cargo exige somente leitura de documentos, você deve ser um bom leitor. Ideias abstratas são passadas com mais dificuldade numa entrevista em inglês, pois a tendência é possuirmos menos palavras para fazê-lo. Pratique algumas dessas ideias antecipadamente, através de perguntas – por exemplo, Quais foram minhas maiores conquistas este ano? – e faça uma relação das palavras que você conhece e principalmente das desconhecidas. Pesquise o vocabulário e exercite seu uso – há bons dicionários em CD-Rom que podem ajudá-lo a melhorar a pronúncia. Mas não esqueça: quando lhe fizerem esta pergunta, os profissionais de RH buscam conhecer seus valores, prioridades e crenças. Tudo o que você disser pode ser aproveitado para avaliar não somente o seu inglês mas também sua personalidade.
Palavras grosseiras e aquelas que você não domina devem ser removidas de seu vocabulário. Aprenda também a diferença entre gírias – como “tira”, para “policial” e expressões idiomáticas – por exemplo, “na hora h“. A gíria pode ser inadequada e politicamente incorreta, enquanto a expressão idiomática é mais natural numa língua e portanto melhor aceita pelo ouvinte. Utilizá-las mostra ao entrevistador que seu inglês é mais afiado, capaz de expressar as sutilezas.
Pronúncia e sotaque são duas coisas com as quais há preocupação exagerada. Saber pronunciar bem as palavras (independe do sotaque) é que deve ser a grande preocupação. Há uma constante obsessão com asdiferenças entre o inglês americano e o britânico, mas a não ser que você tenha morado muitos anos em país de língua inglesa, suas chances de ter influência do sotaque brasileiro são bem grandes. A questão é determinar o quanto o sotaque atrapalha a compreensão do que você diz.
O bom falante de inglês deve estar atento a algumas deselegâncias sutis: alguns vícios de linguagem (quando você fala ‘tipo assim’‘sabe’ – ‘kind of’‘you know’) são adquiridos principalmente por profissionais que viveram algum tempo no exterior, assimilaram tais vícios e os repetem sem critério, certos de estar abafando. Bom mesmo é aprender como dar pausas mais adequadas – importantes quando falamos e precisamos de alguns segundos para organizar melhor nossas ideias. Ficar só no ‘Well…’ ou ‘I mean…’ e então dizer coisas irrelevantes com certeza não irá impressionar o entrevistador.
Falar muito rápido pode atrapalhar. O seu delivery – o ritmo pelo qual você verbaliza suas ideias – está muito mais ligado à eficiência na escolha das palavras e entonação correta que necessariamente à velocidade, como se fosse um locutor de rádio narrando uma partida de futebol. Bons oradores conseguem manter a atenção de seus ouvintes através de recursos mais sutis, como pausas dramáticas e variação no tom de voz. Isto vale para o inglês também.
Ouça atentamente o que lhe é dito ou perguntado e não hesite em pedir para repetir quando a mensagem não for clara. Como seu tempo para elaborar a resposta pode ser maior, pense sobre o que vai dizer e evite limitar sua resposta a um simples ‘yes’ ou ‘no’. Isto significa interação com o entrevistador ou os outros candidatos e saber fazer perguntas é tão importante quanto respondê-las corretamente.
Mostrar conhecimento do vocabulário utilizado no mundo dos negócios ou termos técnicos da sua área de atuação conta muitos pontos. O entrevistador pode, num determinado momento, usar um termo extremamente comum – ‘blue chips’, por exemplo – e esperar que você saiba o que significa. Sua reação pode ser a de quem não entendeu e desconhece o termo ou responder com desenvoltura, dentro de um padrão esperado. Uma excelente maneira de manter-se atualizado – inclusive sobre os fatos – é ler revistas como Business Week ou Forbes e assistir a programas de TV a cabo com regularidade na CNN, BBC ou Bloomberg. Lembre-se, claro, que estas atividades só produzem efeito se você já tiver nível de conhecimento suficiente para entender o vocabulário básico. E atenção: o uso de bom vocabulário por si só não indica que o candidato seja fluente. A escolha de palavras adequadas, pró-ativas, com conotações positivas podem contribuir para causar o impacto desejado.
Ousadia no uso de estruturas mais avançadas pode agregar valor à sua imagem. Quando falamos uma língua estrangeira, podemos parecer menos exatos e precisamos de mais palavras para dizer algo que expressaríamos mais rapidamente em nossa língua materna. A melhor maneira de estreitar este ‘gap’ é através da prática regular – com professor ou, na ausência dele, com um grupo de amigos com nível de conhecimento de inglês igual ou superior ao seu. Algumas horas semanais podem fazer a diferença entre falar o idioma com menor ou maior segurança e evitar o nervosismo na hora “h”.
Quem conhece bem outro idioma sabe ‘se virar’ melhor. Diante de um entrevistador, por exemplo, é possível dizermos o que queremos – mesmo sem saber todas as palavras – através de um sinônimo ou uma frase que exprima a mesma ideia. Isto é chamado competência estratégica e pode criar uma excelente oportunidade para você mostrar flexibilidade e aptidão ao lidar com situações em que seu inglês possa estar aquém do exigido.
Outras competências estratégicas auxiliam a ter melhor leitura, audição e escrita, embora muitos acreditem que memorizar mais palavras já basta para falar melhor. Nem sempre isso é verdade: as competências estratégicas permitem um salto qualitativo na comunicação em idiomas estrangeiros e a memorização sozinha não garante que o idioma estará sempre disponível.
A qualidade daquilo que se diz em inglês pode ser medida em situações inesperadas: há alguns entrevistadores que optam por realizar entrevistas por telefone. Pode parecer estranho num primeiro momento, porém é justamente deste modo que muitos profissionais resolvem seus problemas no dia a dia do trabalho. É sensato, então, esperar que você saiba se comunicar sem poder ver quem está do outro lado da linha.
Outro tipo de atividade muito utilizada por selecionadores em recursos humanos é a dinâmica de grupo em inglês. As tarefas têm por objetivo avaliar sua capacidade de envolver-se numa discussão, debate ou negociação no idioma e podem, por exemplo, apresentar um case específico em marketing ou finanças. A solução do problema é alcançada em grupo, o qual prioriza e toma diferentes decisões à medida em que a atividade avança. Ser um bom ouvinte leva a entender melhor os pontos de vista de outros participantes e certamente irá exigir linguagem de termos técnicos específicos, como divergir, concordar, pedir e dar esclarecimentos etc. Há vasta bibliografia disponível para auxiliá-lo a conhecer melhor esta área do inglês.
Fazer avaliações regulares contribui para conhecer melhor seu nível de inglês. Testes reconhecidos mundialmente como o americano TOEFL (Test of English as a Foreign Language) ou o britânico IELTS (International English Test System) atestam a sua capacidade para falar, escrever e compreender o idioma e podem ser realizados em várias cidades do país. Além de retratar com precisão seu nível de conhecimento, eles podem ser citados em currículos e são importantes credenciais de referência internacional. Servem também como meta a ser atingida no conhecimento de inglês, hoje de uso tão corrente em muitas empresas quanto o português.

*Alex Monteiro é Diretor da Thames Language Development.

Artigo relacionado: “Veja as perguntas em inglês mais comuns em processos seletivos

O Incrível mensalão


A HISTÓRIA DO SUPER-ESCÂNDALO QUE ABALOU O MUNDO POLÍTICO E FEZ TREMER O GOVERNO LULA

ARTE: Angeli
ROTEIRO: Mario Cesar Carvalho
EDIÇÃO: Diogo Bercito

Continuação do Cartoon no site: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/61728-o-incrivel-mensalao.shtml

Fonte: UOL


Melhores horários para atividades

(Los mejores horarios para las actividades)

 

Você sabia que certos horários do dia favorecem determinadas atividades? Observe a tabela a seguir e descubra se você está aproveitando bem o seu tempo!

Salud (Saúde)
Éxito (Êxito, sucesso)

7:00

Como “al que madruga Dios le ayuda”, a estas horas puedes comer sin engordar. Tan de mañana los carbohidratos se conviereten en energía, y por la noche en grasa¹.

¹gordura

 

 

9:00

No te hagas la remolona¹ y aprovecha la mañana. A primera hora tu capacidad analítica funciona a tope²: es un buen momento para solucionar problemas.

¹preguiçoso

² ao máximo

14:00

Muy buena hora para ir al dentista o a cualquier otro especialista médico que tenga que prescribirte un tratamiento molesto. Sentirás menos dolor y la anestesia durará más tiempo.

 

 

10:00

Ahora puedes ocuparte de asuntos nuevos. La memoria funciona muy bien, te concentras mejor y tienes más dinamismo. Vamos, ¡que estás pletórica¹!

¹ cheia de vida, exuberante

16:00

A estas horas la tensión y la circulación funcionan al máximo, así que no lo dudes¹ más y haz deporte.

¹ duvide

 

 

11:00

Se le llama la hora creativa. No dejes pasar tus posibilidades,ingenia¹ estrategias y trata de asimilar conceptos. Es la mejor hora para atreverte con las Matemáticas.

¹ engenha, inventa

21:00

¡No te atiborres¹ de comida! Los órganos digestivos se encuentran descansando y ahora, los sentimos, todo lo que ingieras engorda más que a otras horas.

¹empanturre

 

 

16:00

No te dejes vencer por el sopor¹de después de la comida y confía en tu buena memoria, que está en su mejor forma: podrás aprender todo lo que quieras.

¹ sonolência

 

23:00

¿Por qué la mayoría de los partos se producen por la noche? Lasembarazadas¹ tienen a esas horas un alto nivel de las hormonas que provocan las contracciones.

¹grávidas

 

23:00

Si eres nocturna, sigues estando creativa, pero com menos memoria y avidez.



Editor’s note: Eduardo J. Gómez is an assistant professor in the Department of Public Policy & Administration at Rutgers University at Camden who has written extensively about health care in Brazil.

(CNN) — This week’s congressional battle over the GOP move to repeal President Obama’s Affordable Care Act, as well as the NAACP’s boos in response to Mitt Romney’s proposed elimination of what he called the “nonessential ” Obamacare program, provides yet another reminder of how divided America has become over this issue.

Other nations have avoided these rifts and built a consensus for universal health care coverage. Consider the case of Brazil.

Since the early-20th century, the government and civil society have been proactive in establishing health care as a common good, while sharing the burden of paying for these services through a myriad of taxes.

Still, there are several cracks in Brazil’s generous health care system.

While the government has certainly been committed to providing a public option, it is simply overstretched. Federal health care spending is minimal at best, failing to meet ongoing needs, while several managerial, human resource and infrastructural problems remain.

 Despite these limitations, it seems that there is one key lesson about health care in Brazil that we can learn from: that is, an enduring cultural belief and expectation that everyone should contribute to health care and that it is a fundamental human right.

Brazil’s universal healthcare system is called the Sistema Único de Saude (Unified Health System, SUS).

SUS is decentralized, such that the management, formulation and implementation of policies are the responsibility of the state and municipal governments. In addition to providing free primary care, surgery and medication, SUS also provides a Family Health Program, where doctors and nurses visit households to provide services.

Brazil’s health care system is funded through a variety of taxes at the federal, state and municipal level. The states receive money from the federal government, while the municipalities receive funding from both the federal and state governments. What’s more, the government has always been committed to levying taxes, increasing them and even tapping into the state’s oil revenues to fund SUS.

 

House to vote on Obamacare repeal

 

Stewart: Romney wants free market reform

 

Obama: This is a victory for the people

But why has the government been so committed to providing health care?

This endeavor reflects a long history of social and political commitments to providing health care as a government and civic responsibility. After obtaining independence from Portugal in 1822, Brazil saw the emergence of well-organized social movements advocating for government intervention in health care.

Supported by personal income and social security taxes, health officials agreed with these movements that health care was a government responsibility and that everyone should contribute to the system.

This policy idea survived several democratic governments and military dictatorships throughout the 20th century, lasting up through the transition to democracy in 1988. It was also sustained with the help of proactive social health movements, such as the sanitaristas, comprised of medical doctors, bureaucrats and politicians.

This idea of a shared responsibility in providing health care was so popular that it eventually became part of the 1988 constitution. Through the constitution’s introduction of SUS, health care became an official government responsibility and human right, an issue on which liberals and conservatives could agree.

Brazil’s health care system seems to have paid off.

Brazil’s average life expectancy has improved at a faster rate than that of the U.S. since 1960, though it continues to lag behind. Life expectancy there increased from 54.49 years in 1960 to 73.1 in 2010, compared to the U.S. increase of 69.77 years to 78.24.

But several challenges remain.

First, notwithstanding heavy demand for health care services, the government has only modestly increased spending for SUS from 50.2 billion real ($24.6 billion in U.S. dollars) in 2008 to 61.7 billion in 2010.

Second, SUS hospitals and the Family Health Program have often had a difficult time treating individuals in hard to reach areas, such as the Amazonian region while individuals often have to wait a long period of time for prevention and treatment services.

Consequently, many of the poor in need of immediate care have had to purchase private insurance, or pay out of pocket for services. In fact, the percentage of individuals purchasing insurance increased from 8% in 2000 to 14.4% of the population in 2005.

What’s more, there is a chronic shortage of doctors and nurses, especially in rural areas. Many hospitals are also poorly managed, lacking autonomy from state governing boards. And finally, there is a high level of inequality in medical technology and infrastructure, with larger, more affluent municipalities able to provide better technological equipment and medical care.

While the U.S. joins Brazil in lacking sufficient health care personnel, especially in rural areas, U.S. cities in general are wealthier and have access to the latest technology and health care infrastructure.

Despite Brazil’s ongoing commitment to providing health care, the government will need to ensure adequate funding, hire more personnel and strengthen its facilities before its citizens can effectively benefit from SUS. In short, government “capacity” must meet its unwavering passion for taking care of its people.

Even so, America can certainly learn a big lesson from its southern partner.

That is, Republicans viewing the ACA requirement to buy health insurance as an unfair “tax” versus Democrats perceiving it as a “penalty” should put their haggling aside and instead view the ACA as a shared responsibility and human right.

Indeed the Brazilians show us that the right to health care is way too important to be mired in incessant policy debates, regardless of the innumerable challenges that generous health care systems confront, and that it is a common good that all Americans should support. Continue lendo »


Imagem do dia

Bomba atômica.
Será que esse é o futuro da humanidade?